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Pagode mirandiano

Publicado por Alan Miranda de Freitas em 24 24UTC Março 24UTC 2009

pagode

Uns dias atrás, eu não sei quando… Espera aí, deixa eu conferir…

Dois dias, é, a dois dias atrás eu prometi uma postagem aleatória. Uma confusão mental qualquer, uma espécie de pensamento libertino, meio revolucionário e pró-esquerda. Enfim. Um poema/música/crônica a lá MST modus operandi.

E pasmem vocês. Além de cumprir prazos, também estou ficando rapído no gatilho. Muito embora vocês (sil, sara, deise e agora fernanda *welcome*) devam se decepcionar um pouco. E por quê?

E porque eu não sei. Só não gostei, não me agradou ao paladar. Sou, naturalmente, preconceituoso a tudo que rege minha precoce mente; e pior ainda, quando esses pedaços soltos de loucuras encontram foz no que quer que esteja a alcance de minhas mãos. Não deveria, mas sou.

Longe de mim também, querer viver do claustro do príncipe. Provavelmente acabaria louco; metendo a cabeça por entre as grades, a procura de respirar algo diferente do pó corriqueiro da cela.

E se não fosse meu corrente estado, altamente dramático, diria que essa prévia justificativa, mais do que um pedido de desculpas, é uma desculpa. Porque eu escrevi, algo como, um pagode mirandiano. E a suposta classe. Só mais um reboco, um verniz.

É… Talvez eu precise controlar os fortuitos impulsos, ao menos medí-los de soslaio; evitando assim, certas pérolas. Mas não há o que fazer, a insegurança é pecado. Mas, continuo, com minha alma pequena, ainda, com um pouco de medo de errar, mas, sem receio de aprender. E afinal, dizem por aí, que os meninos implicam com quem amam. Vocês acham que é verdade?

Com vocês… Não vá dizer

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